Artur Gomes

Artur Gomes.

Biografia Resumida

Artur Gomes, poeta, ator, vídeo maker (campos dos goytacazes 1948) desenvolve com a banda Fulinaíma um trabalho de pesquisa das mais diversas correntes poéticas e musicais brasileiras, aliando poesia à ritmos como folias, reggae, blues, rock, balada, aliando canto e poesia falada.

O Resultado desse trabalho pode ser conferido no CD Fulinaíma Sax Blues Poesia, lançado em 2002 com edição esgotada. E No CD Fulinaíma/Outras Vozes Outras Falas.

Até 2002 foi Coordenador da Oficina de Artes Cênicas do Cefet(Campos), atualmente dirige Oficinas Cine Vídeo no IFF(Instituto Federal Fluminense) e no Sesc Rio de Janeiro.

Em 1999 criou o FestCampos de Poesia Falada, e foi o seu coordenador até o ano de 2004. Recentemente teve o seu poema Esfinge musicado pelo compositor carioca Rodrigo Bittencourt e gravado pela cantora gaúcha Dani Rauen.

Facebook: Artur Gomes


LIVRO

Capa do livro Juras Secretas.

Juras Secretas

Descrição

A poesia de Artur flui feito pluma ao vento, “a lavra da palavra quero seja pele pluma onde Mayara bruma já me diz espero, saliva na palavra espuma onde tua lavra é uma elétrica pulsação de Eros”. No entanto, a despeito da leva da linguagem que segue o ritmo interno da inspiração do poeta, camufla em partes, em outras escancara, o caráter ardente da poesia que chama por Eros. Repleta de paixão e de fogo, as imagens de amantes, as analogias do sexo desprendem deste clamor contido no peito de Artur, mas que, pelo fazer das letras desenvolve-se na liberação dos desejos mais sensuais, “essa ostra no mar das tuas pernas”, ou mesmo quando o poeta compara a procura pela palavra com o escavar libidinoso que os amantes fazem um pelo corpo do outro, “tudo o que quero conhecer a pele do teu nome / a segunda pele o sobrenome / no que posso no que quero”. Embora, por ser poesia, as palavras sejam como “flor”, esta metáfora, esta alegoria bela e perfumada exala da queimada ardente da linguagem, feito mulher prenhe de libido, “a pele em flor a flor da pele / a palavra dândi em corpo nua / a língua em fogo a língua crua / a língua nova a língua lua”. Esta poesia tão luxuriosa incendeia o solo urbano, tanto quanto a natureza, falando da monotonia urbana de São Paulo, que alucina a sobriedade do poeta com sua beleza cruel, cidade no qual o “matadouro” é a arte concreta. Mas feito pluma ao vento a poesia de Artur enxerga o fogo da paixão, da convicção voando também para longe da violência e tribulação urbana, pairando sobre a mágica enamorada das praias, do vento, das sombras, da natureza, local onde residem os aspectos matrimoniais da união homem-mulher, “qualquer que seja a hora em que se beijam num pontal em comunhão total com a natureza”. As juras do poeta ardente profanam o sagrado, quando em sua retórica e discurso extrapolam a rigidez das formas, mas, em ousadia apelam para as rezas e para o caráter inviolável das promessas com uma “violência antropofágica erótica”.

Editora: Penalux
Gênero: Poesia
Ano: 2018
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